terça-feira, 19 de abril de 2011

França


É de fato uma pena o que um governo desastrado pode fazer com toda uma nação.

Nicolas Sarkozy, sério candidato a entrar para a história da França como o seu PIOR presidente, segundo os próprios franceses, demonstra toda a sua truculência e preconceito que contamina todo o governo ao implantar uma lei preconceituosa calcada por motivos que são menos sérios do que as histórias de contos de fadas para crianças.

É de se lamentar que um país que um dia foi considerado berço de cultura e conhecimento, vanguarda de idéias e liberdade, se torne cada vez mais um lugar retrógrado e confuso, onde os problemas sociais e políticos são disfarçados através de medidas populistas e que geram o circo para disfaçar os miasmas da decadência que vagarosa e sutilmente vão se embrenhando por todo o país.

Que peninha, não vou NUNCA visitar a França!!! Estou tão triste com isto.... =D

E que peninha, não vai ser um presidente medíocre, preconceituoso, inábil, e incompentente e suas medidas circenses que vai barrar o crescimento do Islam que é irreversível, porque por mais que os CACHORROS percam tempo em latir, o Islam é a religião que cada vez mais cresce no mundo todo inclusive no Brasil, onde temos cães e certas cadelas preconceituosos que temem perder o seu filé (será que é o dízimo?) e protestam avilmente e tudo fazem para tentar, coitados, tentar em vão, difamar a religião que mais cresce no mundo.

Tenho pena de certas figuras que vejo por aí, pelo orkut, pela net, com seu esforço descomunal para lutar contra o Islam, luta em vão, embasada em ódio e preconceito, em mentiras e calúnias, enquanto seus olhos derramam seus ódios e perturbações pessoais à vista de quem souber ler. Mais fácil apontar os outros como errados do que ter coragem para iluminar seus próprios cantos escuros não?

Ma sha Allah!!! As pessoas de bem ainda são maioria! E sempre serão, e não vai ser uma medida descabida desta que vai impedir o Islam de crescer, porque Allah sabe mais.

Allah hu Akbar!

Minha nova carteira de identidade - foto com hijab

Eu resolvi trocar a minha carteira de Identidade, porque como sou muçulmana eu queria que a minha identidade contivesse uma foto minha usando hijab.

E recebi ela hoje, a foto está aí do lado, lógico que sem mostrar o rosto porque sou uma munakaba, e não teria sentido colocar uma foto de rosto aqui no meu cantinho.

Nós muçulmanas temos este direito, e muitas irmãs não sabem disto.

Eu mesma não sabia, só soube disto depois que descobri que muitas amigas minhas têm a carteira de identidade assim.

Então resolvi fazer o mesmo, é bem melhor e de acordo com os nossos conceitos ter um documento assim.

Claro que eu não poderia por exemplo colocar uma foto usando niqab, porque senão não teria razão ter a foto, já que como munakaba me cubro inteira, mas de hijab pode sim, direito garantido à nós muçulmanas.

Como fazer?

Simples: vá à sua mesquita e peça na secretaria uma declaração em papel timbrado, assinada pelo Sheikh, de que você é muçulmana e frequenta a mesquita. Avise que o motivo do requerimento da declaração é para pedir uma nova carteira de identidade com foto com hijab. Isto deve constar na declaração.

De posse desta declaração emitida pela mesquita, dirija-se a uma unidade do Poupa-Tempo ou órgão responsável pela emissão das carteiras de identidade no seu município, já com a nova foto, e peça a nova identidade.

É necessário levar:

- Certidão de nascimento - original e 1 cópia autenticada;

- A foto com hijab;

- A declaração da mesquita;

- A carteira de documento que vai ser substituída.

A declaração fica anexada ao seu registro no órgão, é recolhida portanto, e pronto, então basta retirar a nova carteira de identidade no dia marcado.

Este é um direito que já temos no Brasil a muito tempo, e que a Argentina acaba de criar aprovando para isto uma excelente lei.

Palmas para o Brasil neste sentido.

Salam!


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Texto de Mauro Santyana, publicado no JB e no Blog Conversa Afiada

O terrorismo de Columbine


por Mauro Santayana


É difícil separar a emoção da razão, quando escrevemos sobre tragédias como a de ontem. A morte de crianças nos toca fundo:  pensamos em nossos próprios filhos, em nossos próprios netos.  Por mais que deles cuidemos, são indefesos em um mundo a cada dia mais inóspito.


Crianças e professores são agredidos pelos próprios colegas nas escolas. Traficantes de drogas e aliciadores esperam às suas portas a fim de perverter os adolescentes.  Em 1955, baseado em livro de Evan Hunter, Richard Brooks dirigiu um filme forte sobre a brutalidade nas escolas norte-americanas, Blackboard Jungle,  exibido no Brasil com o título de Sementes da Violência.


É difícil entender como um rapaz de 24 anos se arma e volta à escola onde estudara, a fim de atirar contra adolescentes. No calor dos fatos, com a irresponsabilidade comum a alguns meios de comunicação, associaram o crime ao bode expiatório de nosso tempo, o “terrorismo muçulmano”. No interesse dessa ilação, chegaram  a anunciar que isso estava explícito na carta que ele deixou. Ela, no entanto,  revela loucura associada não ao islamismo, mas, sim, às seitas pentecostais, de origem norte-americana, com sua visão obscurantista da fé. São seitas que alimentaram atos de loucura como o de Jim Jones, ao levar 900 de seus seguidores, a Peoples Temple, ao suicídio, na Guiana, em 18 de novembro de 1978. É o que hoje fazem pastores da Flórida, ao queimar um exemplar do livro sagrado dos muçulmanos – e provocar a reação irada de fiéis no Iraque e no Afeganistão. Segundo revelou sua irmã, a mãe adotiva de Wellington, cuja morte o transtornou, pertencia à seita das Testemunhas de Jeová, preocupada com a pureza do corpo, que o assassino menciona em sua carta. A referência à volta de Jesus e ao dogma da Ressurreição dos justos, não deixa  dúvida. Ele nada tinha a ver com o Islã, apesar de suas recomendações lembrarem ritos mortuários comuns às religiões monoteistas.


A carta revela um jovem perturbado pela idéia de pureza. Aos 24 anos, o assassino diz que seu corpo “virgem” não pode ser tocado pelos impuros. Ao mesmo tempo, presumindo-se herdeiro da casa que ocupava em Sepetiba, deixa-a, em legado, para instituições que cuidem de animais abandonados. Os cães, que são a maioria dos bichos de rua no Brasil, são, para os muçulmanos, animais amaldiçoados.


É preciso rechaçar, de imediato, qualquer insinuação de fundamentalismo islamita ao ato de insanidade do rapaz. O pior é que homens públicos eminentes endossaram essa insensatez. O terrorismo de Wellington é o dos atos, já rotineiros, de assassinatos em massa nas escolas norte-americanas, a partir do episódio de Columbine em 20 de abril de 1999. Desde que os meios de comunicação e do entretenimento transformaram o homem nesse ser unidimensional, conforme Marcuse, o modelo  de vida, que o cinema, as histórias em quadrinhos, a televisão e, agora, a internet, nos  trazem, é o da pujante, bem armada e soberba civilização norte-americana. Ela nos prometia a realização do sonho da prosperidade, da saúde, da segurança, do conforto e da alegria, da virilidade e da beleza. Mas essa civilização é apenas pesadelo, contrato faustiano com o diabo, sócio emboscado da morte. O diabo começou a cobrar seu preço, ao levar essa civilização à loucura, no Vietnã; nas muitas intervenções armadas em terra alheia; em Oklahoma, em Columbine, em Waco, e nos demais assassinatos coletivos dos últimos anos.


Limpemos as nossas lágrimas, e reflitamos se vale a pena insistir nessa forma de vida. Se vale a pena continuar sepultando crianças, e com elas, os sentimentos de solidariedade, de humanismo, de civilidade e de justiça. As crianças que morreram ontem, ao proteger as mais fracas com seus corpos,  nos disseram  o que temos a fazer, para que a vida volte a ter sentido.


domingo, 10 de abril de 2011

ACORDA ISLAM BRASIL - Carta Aberta do Senhor Munner Saleh Nijm para toda a UMMAH

O Massacre de Realengo


E disse Allah (swt) no Sagrado Alcorão:

" وَيَمْكُرُونَ وَيَمْكُرُ اللَّهُ وَاللَّهُ خَيْرُ المَاكِرِينَ"

"...Confabularam entre si, mas Allah desbaratou-lhes os planos, porque é o mais duro dos desbaratadores" [Suratu Al Anfal - Os Espólios]



Primeiramente, em meu nome, em nome dos meus filhos, em nome dos meus familiares, dos meus amigos, e de todos os muçulmanos do Brasil, árabes, brasileiros, africanos, dirigimos nossas profundas condolências aos familiares das vitimas desse massacre.

Nos temos certeza de que qualquer ser humano, independente de sua crença religiosa, mas que tenha fé em Deus e tem um coração humano, repudia esse ato de violência de uma mente doentia.

Eu tenho certeza que se esse psicopata assassino um dia tivesse tido algum contato com o islã, tivesse conhecido o Islã, como a mídia e os canais de TV insinuaram, ele jamais teria cometido tal ato pois o Islã veio para "fazer sair os homens da trevas para a luz, com a permissão de teu Senhor, para a senda do todo poderoso o louvável".

O Islã e a religião da Misericórdia, e disse Allah no Sagrado Alcorão:

" مَن قَتَلَ نَفْساً بِغَيْرِ نَفْسٍ أَوْ فَسَادٍ فِي الأَرْضِ فَكَأَنَّمَا قَتَلَ النَّاسَ جَمِيعاً"

"...quem matar uma pessoa, sem que esta tenha cometido homicídio ou semeado a corrupção na terra, será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade." [Suratu Al Maida - A Mesa Servida]


Porém, os noticiários e a própria carta do psicopata mostraram que esse psicopata assassino jamais teve nada a ver com o islã, como a mídia quis insinuar, ao contrário, pertencia a uma seita da religião evangélica, As Testemunhas de Jeová.

Ainda a mídia quis insinuar que ele visitava sites islâmicos, que mantinha contato freqüente com "radicais islâmicos", isso, sem nenhuma prova, somente falácias de um JORNALISTA DESCLASSIFICADO, ISLAMOFÓBICO E ANTI ÉTICO, que somente estava "agradando seus patrões" das Telecomunicações, para se auto privilegiar, caçando uma matéria, aproveitando esse acontecimento do massacre desse psicopata assassino para associar o islã a atos de violência, para difamar o islã aqui no Brasil e para mover a opinião publica contra o Islã aqui no Brasil, copiando o modelo da mídia de direita norte-americana anti islâmica. Não levando em conta as conseqüências dessa acusação sem nenhuma prova, colocando a vida de pessoas em risco, LEMBRANDO QUE NESSE PAIS EXISTEM MILHARES DE MUCULMANOS, CRIANCAS, MULHERES, IDOSOS, ANDANDO NESSE PAIS, DE NORTE A SUL, E QUE ESSAS PESSOAS INOCENTES PODEM SER VITIMAS DE ATAQUES ANTI ISLAMICOS.

E quando o Governador do Rio de Janeiro deu uma entrevista aos canais de TV, quando ele foi questionado por um jornalista se esse ato teria ligações com "radicais islâmicos", o Governador foi firme em afirmar que esse caso se trata de um psicopata e assassino. Ainda o Comentarista do mesmo Noticiário, insinuou que o próprio governador estaria se precipitando em dar o "laudo" do caso, querendo assim associar o ato desse assassino ao islam.

Nós sabemos da opinião oficial do Governo Brasileiro referente a comunidade islâmica do Brasil, sempre que questionado pela mídia de direita americana anti islâmica sobre a existência de "terrorismo" aqui, por varias vezes o Governo Brasileiro manifestou e confirmou através de porta vozes, de autoridades, até do próprio Ex Presidente Lula, que aqui no Brasil não existe "terrorismo", que o Brasil e um pais democrático e que as pessoas aqui vivem livres e tem o direito de praticar sua própria crença. Quando a Mídia Anti Islâmica aqui no Brasil, através dos canais de TV, noticiários, revistas, etc., sempre questiona isso, sempre faz questão de insinuar que existe "terrorismo" aqui no Brasil, e sempre tenta ligar atos de violência ao islã, e manipular a opinião pública contra o islã.

Todo esse ataque contra o islã, a islamofobia aqui, liderada pelos Canais de Telecomunicações da Extrema Direita, é resultado do crescimento do Islã aqui no Brasil, não tendo como eles impedirem esse crescimento, eles partem para a difamação do islã aqui no Brasil, usando seu poder de Comunicação, para manipular a opinião pública brasileira, associando os atos de violência ao islã, fazendo a população se assustar do islã, para impedi-los de conhecerem o islam.

Eu não sou profissional da área medica para dar um laudo profissional sobre o que motivou esse psicopata a cometer esse ato de violência, mas eu acredito que esses Canais de TV que acusam o islã de atos de violência, eles contribuem de forma indireta, com esses atos de violência, incentivando essas pessoas que não possuem estrutura psicológica, ao divulgar a cultura americana de "Bang-Bang", "Assassinos em Serie", etc. Como foi o caso de anos atrás, do estudante que entrou em um Cinema armado e atirou contra os expectadores, tudo isso inspirado no filme "O Clube da Luta".

Mas a questão que me levou a escrever essa carta, não e para discutir o motivo que levou o ato desse assassino.

Eu como cidadão brasileiro, muçulmano, me senti ferido, humilhado, assistindo essas Agencias de TV distorcendo a verdade para atacar a nossa religião, nos associando a assassinos.

Qualquer leigo nesse pais, sabe que a maioria dessas Agencias de TV, Radio, Revistas, Jornalistas, Repórteres, etc., são Sionistas, Anti Islâmicos, e não representam a opinião oficial do Governo Brasileiro, muito menos, a opinião do Povo Brasileiro.

E eles abusam nessa discriminação contra o islam, pois eles sabem que o Ciclo Diplomatico islâmico do Brasil (as embaixadas dos países árabes) representam governos Corruptos, Ditatoriais e Anti Islâmicos, e as ditas Entidades Islâmicas do Brasil, sao uma estensão dessas embaixadas, e ninguem usa os meios legais, para dizer-lhes CHEGA, BASTA, VOCÊS NÃO TEM O DIREITO DE FALAR ASSIM!

Eu pergunto, para todos os muçulmanos do Brasil, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, onde estão os nossos direitos? Onde estão os nossos Representantes?

Por que quando a Mídia Sionista ataca o Islã, nós ficamos parados, chateados, ficamos como órfãos, mas depois, cai no esquecimento?

Por que nós não exercemos o nosso direito, previsto em Lei, como cidadãos brasileiros, de expressarmos nossa opinião, manifestarmos nossa indignação no direito de Resposta?


Nós sabemos que moramos em um país que tem Lei, onde nós temos nossos direitos como cidadãos, por que não são utilizados nossos direitos?

Alguns anos atrás um Pastor da Igreja Universal, através de um vídeo ele chutou a imagem de Maria. O Brasil inteiro, de Norte a Sul, repudiou esse ato e se mobilizou contra esse Pastor ate conseguir sua expulsão e condenação.

Por que nós não fazemos o mesmo? Por que qualquer Jornalista Desqualificado sai na TV atacando o islã para agradar seus patrões Sionistas desses Canais de TV, nos comparando a assassinos, e nós ficamos quietos?
Por que alguns dias atrás, a Revista Veja publicou uma matéria mentirosa e ofensiva contra islam, e ninguem respondeu? E também no Programa da Hebe Camargo, o Islam foi ofendido ao vivo, e ninguém se manifestou?
Por que repórteres da Rede Record, Globo, SBT, Bandeirantes, atacam, difamam o islã em vários programas, e nós ficamos calados? A troco de que?

Acaso estamos com medo? Ou somos pessoas inferiores a eles? Medo do que, se estamos em nosso direito por lei de manifestar? Sendo que temos direitos de impedir isso, usando meios legais.
Ou por acaso estamos esperando que o Círculo Diplomático (as embaixadas dos países árabes) aqui no Brasil defendam os nossos direitos, sendo que elas são apenas representantes desses Governos Corruptos, Ditatoriais e Anti Islâmicos?

Ou nós por acaso acreditamos que de verdade existam Entidades ou Associações Islâmicas aqui no Brasil, para defender os nossos direitos? Por acaso eles estão de ferias, por isso não apareceram?

Desde a Invasão do Imperialismo Americano no Iraque e Afeganistão, o Ataque Imperialista contra nossos irmãos e irmãs oprimidos nesses países, nesses longos anos, nós vemos o crescimento dos ataques anti islâmicos na mídia, inclusive no Brasil esta crescendo e muito essa onda islamofóbica.

Agora pergunto, onde estavam essas Entidades Islâmicas do Brasil para nos defender através do direito de resposta?

Irmãos e Irmãs, agora pergunto:

Acaso vocês elegeram esses representantes? Acaso vocês conhecem eles? Acaso vocês deram o seu voto para eles nos representarem? Acaso vocês estão satisfeitos em ter eles como seus representantes?
Acaso eles defendem os seus direitos como muçulmanos?

Qualquer leigo sabe que a maior parte dessas Ditas Entidades "Islâmicas" não passam de representantes dessas embaixadas dos países árabes, as quais, são por sua vez, representantes de Governos Corruptos, Ditatoriais e Anti Islâmicos.

Nós sabemos que essas entidades tem um estilo mais nacionalista do que islâmico, e os interesses da colônia (libanesa, palestina, síria, etc.) que eles representam é maior do que os interesses da comunidade islâmica no Brasil.

E um fato lamentável que nós sabemos, é que a maior parte desses Clérigos (Sheiks) Islâmicos, que vem de países Árabes por solicitação dessas colônias, eles acabam submetendo-se aos interesses dessas colônias, e, infelizmente, acabam tornando-se mercenários que se preocupam apenas com seu salário no fim do mês, e somente encontramos esses Clérigos em Eventos e Comemorações, "enchendo a barriga" de kibes e esfihas, porém, sair na TV para defender os nossos direitos, liderar protestos e passeatas, ah, isso eles não sabem fazer!

Irmãos e Irmãs, agradeço a paciência por vocês terem lido essa minha carta, e realmente, lamentamos o fato ocorrido, esse massacre, porem, isso é um sinal para nós muçulmanos dizermos BASTA!
O Mundo Islâmico esta mudando, os muçulmanos estão se unindo para derrubar esses governos corruptos, a Era dos Taghut (Transgressores) chegou ao fim, a época da Herança do Poder acabou. Nossos irmãos estão unindo forças para derrubar os Corruptores, estão lutando contra esses Governos Ditatoriais.

Por isso nós aqui do Brasil devemos mudar, devemos eleger nosso representante por nós mesmos! Não um representante escolhido para nós, um representante que foi eleito por ser mais rico, ou por ter mais "poder" dentro da colônia, ou nomeado por uma embaixada.

Por essas razoes, irmãos e irmãs, votem comigo, cliquem no link no fim dessa matéria para dar seu voto, se concordam, sim ou não, que nós precisamos eleger nosso representante legítimo.

Sabemos que existem pessoas sérias aqui no Brasil, existem Sheiks de respeito aqui no Brasil, e também voluntários, pessoas que trabalham sério na divulgação do islã aqui no Brasil, e essas pessoas devem ser eleitas nossos representantes.

Vamos insha allah, nos organizar, na internet, nessas redes sociais, como Facebook, Orkut, Twitter, etc, para em seguida criarmos uma campanha para elegermos os Nossos Legítimos Representantes, que irão nos representar e defender os nossos direitos e interesses perante a sociedade!

Muito obrigado pela atenção,

Al Salam Aleikom Wa Rahmat Allah Wa Barakatu
Muneer Saleh Nijm

Clique nesse link para votar:



Carta publicada no site do Centro Islâmico Brasileiro: http://www.centroislamico.com.br/articles.php?article_id=250&rowstart=1 

Revista Veja semeia ódio contra o islamismo no Brasil



A revista "Veja" tem se pautado por uma trajetória sombria, fazendo de suas páginas sementes do sectarismo religioso, que tenta plantar entre os brasileiros.   Abandona o pódio de grandes veículos de comunicação assumindo postura panfletária de um mercador que vai á rua oferecer o medo e o terror como produto de ocasião.    Com redações e textos "estéticos" maquiando a verdade com meias verdades e roteiros de filme americano a "Veja" tenta subir o gráfico de suas vendas enquanto desce a ladeira do descrédito carregando a imparcialidade jornalistica.   A apelação sensacionalista não mede conseqüências ao mergulhar seus leitores  em medos imaginários a partir de fatos corriqueiros reais ou irreais adotando em suas matérias personagens que não são  folclóricos somente na capa de suas edições.

Uma delas foi a matéria publicada na edição nº 1870 com o título "Os Madraçais (sic) do MST"  que entre outras pérolas do jornalismo da desinformação  afirmava: "Assim como os internos muçulmanos,as escolas dos sem-terra ensinam o ódio e instigam a revolução contra os infiéis .  No caso os infiéis somos todos nós".   A frase revela a o esforço de separar o mundo em dois grupos : "nós e os muçulmanos inimigos". Com deplorável desonestidade intelectual "Veja" distorce a verdadeira natureza do islã e revela  desconhecimento do significado de palavra de origem árabe "madrassi", que traduzida para o português significa "escola". 

A matéria mirava no MST mas atirava no islamismo, dando como fato consumado ,como verdade absoluta a suposta  belicosidade da religião islâmica que estaria contida na grade escolar.  De forma subliminar,  "Veja" incentiva a desconfiança e o ódio contra o islamismo,  apresentando-o como ameaça aos não islâmicos no Brasil, país eminentemente católico.   Os editores da revista abraçam o ridículo afirmando que "O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra criou sua versão das madraçais - internatos religiosos muçulmanos em que crianças aprendem a recitar o Corão e dar a vida em nome do Islã."  De forma leviana e irresponsável "Veja" dissemina para seus leitores a ideia que escolas em países de maioria islâmica induzem suas crianças á prática de suicídio em nome de teses e conceitos religiosos, associando esta prática ao conteúdo do livro sagrado dos muçulmanos.  

Em suas edições para satanizar a segunda maior religião do mundo, a Editora Abril tem ignorado a própria história da humanidade  que revela um islã marcado pela  tolerância e pelo respeito á diversidade cultural das nações sob domínio islâmico como na Penisula Ibérica,  quando registrou um período de florescência,na arquitetura, arte,musica,comércio e na livre prática de todas as religiões. Andaluzia e Córdoba foram berço da diversidade cultural da humanidade no período das trevas da idade média. O islamismo contemporâneo continua mostrando a grandeza da criação divina, o ser humano ,com as  fantásticas realizações de Abu Dhabi e Dubai nos Emirados Árabes onde 80% dos moradores são estrangeiros vindos dos quatro cantos do planeta. O Islã é a religião que mais cresce no planeta, talvez porque um dos preceitos alcorãnicos mais importantes seja  justamente a tolerância e o respeito á cultura de outras nações. 

Estudei até os sete anos de idade na Síria. Filho de pai islâmico "sunni" e mãe brasileira católica minha "madrassi" era um colégio católico tradicional na cidade portuária de Tartous dirigida por freiras fransicanas.  Lá existem madrassi's públicas e particulares podem ser alauitas,católicas ,muçulmanas,judias ou baptistas.  Existe "madrassi" de música","madrassi" de arte, "madrassi" de dança ,"madrassi" de teatro, etc... 
Madrassi ou escola é palavra universal, que lembra educação, usada por todas as nações, cada uma em sua respectiva língua.  Madrassi só é sinonimo de ódio religioso no dicionário da revista "Veja".

Visitei "madrassi's"  nos acampamentos de refugiados palestinos "mie ou mie" (100%)  e  "ayun halue" (olhos bonitos) na cidade da Saida no sul do Líbano.  Nas madrassi's palestinas estudavam crianças católicas,muçulmanas e agnósticas.  Inteligência de um povo sofrido que não embarcou no sectarismo religioso para evitar  a desintegração de sua identidade e sua cultura,maior elo de sua unidade nacional , já que o território lhes foi tomado.

Bem que a "Veja" podia aprender com o sofrimento alheio.
Na primeira semana de abril nova edição da revista "Veja" estampando sua quixotesca "cruzada tupiniquim" que tenta importar e semear o sectarismo religioso no Brasil.   Com texto tão pobre quanto suas intenções a revista usa o velho e surrado clichê de apresentar  "personagens maquiados " para encaixar no sensacional título da reportagem, acrescentando  "recheio" bombástico a fato trivial , que o genial Nelson Rodriguez chamaria de "o óbvio ululante".

Na última edição com titulo "A Rede do Terror no Brasil" a revista relata a existência de uma "célula terrorista" em nosso país, e para dar credibilidade ás suas afirmações, se agarra em   relatórios de investigação do FBI e da CIA, mesmos órgãos que investigaram e localizaram armas de "destruição em massa" usados como argumento para  justificar a invasão do Iraque. 

Oito anos depois, 4.000 soldados mortos americanos e mais de um milhão de iraquianos mortos, ninguém achou as "armas de destruição em massa".   Os EUA estão procurando até hoje... só acharam petróleo!
A primorosa matéria da "Veja" postada no alto começa com: "Khelled Hussein nasceu em 1970,no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo,prestou serviço militar. Depois,sumiu. No inicio dos anos 90, reapareceu em São Paulo."  Quanto mistério!

Khaled   nasceu na década de 70 ,"sumiu "depois de prestar serviço militar" e  "reapareceu nos anos 90"?  Hora, o serviço militar no Líbano é prestado até os 20 anos de idade,   Khalled,que segundo a revista nasceu em 1970 em 1990  tinha 20 anos de idade! Ele reapareceu no inicio dos anos 90. Aí fica uma pergunta: afinal quando foi que ele sumiu? 

Todos os árabes que conheci no Líbano tem paixão pelo Brasil.  Khalled não é diferente.
Lá no leste do Líbano ele "sumiu" ?  A revista Veja esteve no leste do Líbano e descobriu que ele tinha sumido?

Estive no leste do Líbano na cidade de Baalbek no vale de Beeka ,de maioria xiita.    Estive nas montanhas Chouf território dos Drusos, em Tripoli no norte e nas encantadoras localidades de June e Biblos reduto predominantemente católico.   Também circulei nas partes oriental e ocidental de Beirute em 1982,83,84 e 87 compartilhando dos sonhos de paz do povo libanês e das generosas refeições feitas  em bandejas de cizal onde traziam a saborosa  comida árabe. As conversas que assumiam ares filosóficos giraram em torno da origem do vento,da vida e da derrota da seleção brasileira para Itália com 03 gols de Paulo Rossi, sem falar nos  efeitos medicinais de azeitona ou da beleza das montanhas e desembocavam em piadas e grandes gargalhadas. É um povo que ri,chora,dança,canta, ama e é amado como todos as  nações da terra. A marca daquele povo é a  hospitalidade. Ser brasileiro nos países árabes garante a qualquer um  tratamento  vip dado ás celebridades.  

Mas ,aqui,em terras tupiniquins , quem transforma anonimos da multidão em celebridade é a revista da Editora Abril.  Foi o que fez com Khelled Ali ,que posou sorridente para o fotografoda "Veja" diante da perspectiva de fazer propaganda gratuita de sua lan house, como bom árabe que é. De graça,Khaled, pega até onibus errado. Segundo a revista , "Ali reapareceu em São Paulo na década de 90 casou-se teve uma filha. Graças a ela ,obteve, em 1998,o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera,na zona leste paulistana,sustenta sua família com os lucros de uma lan house".   Esta história pode se enquadrar perfeitamente na vida dos próprios donos da Editora Abril judeus que conheceram os horrores da intolerância que hoje tentam disseminar.  Milhões de imigrantes de origem árabe abriram um negócio no Brasil, casaram e tiveram filhos com  brasileiras e fincaram suas raízes neste país.  Milhões de brasileiros poderão  olhar para o vizinho ao lado e encontrar alguém com o perfil do personagem que "Veja" tenta  rotular como "terrorista".

Provérbio ou piada árabe?


A matéria envereda pelos caminhos do imponderável e do humoristico quando afirma: "Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama Bin Laden".   Ele é dono de uma lan house e certamente deve  trabalhar com computador,como faria um açogueiro que trabalha com carne, o padeiro com pão ou um nomade com seus camelos. A CIA, FBI, Tesouro americano e o  "Inspetor Closeau" que além de trabalhar com a pantera cor de rosa presta serviços para a revista chegaram a "óbvia" conclusão publicada pela Veja.

O problema é que o raciocínio lógico não fecha a conta! Bin Laden que tem 10 vezes mais dinheiro que a Editora Abril , poderia ter contratado um publicitário ou um jornalista que goza de intimidade com a lingua portuguesa para fazer propaganda da Al Qaida. Mas este tal de Osama (Mister) Bin Laden deve ser um amador ou mal assesorado, foi contratar logo um libanês de sotaque carregado que mal pronuncia algumas palavras em portugues para fazer propaganda no Brasil! Pior, o cara virou capa da revista Veja, que estampa seu rosto com um largo sorriso de quem vai ficar conhecido no Brasil inteiro. Imaginem o Khaled Ali falando: " Brimo fala pro titia bassa la no minha casa bra come um beru na natal".   Ou ainda falando em código ao fazer uma fézinha no jogo do bicho: "Nós vai joga na bicho que começa com o letra "b". Todo mundo da organização joga na borboleta. Só ele joga na "Beru".    

Agora estou preocupado.  Sentado diante do teclado, nome, descendência árabe e islâmica, dono de computador expressando indignação com a irresponsabilidade de quem  semeia o ódio religioso em território brasileiro, eu seria enquadrado no grupo de "suspeitos" de "envolvimento com terrorismo", segundo os critérios da Veja.

A seriedade que a revista "veja" tentou dar a esta última publicação, certamente foi levada em conta pelo Ministério Público Federal.  Talvez por isso o MPF tenha mandado soltar o "brimo" Khalled Ali e mandado arquivar o processo.

Para frustração de "Veja" revista conhecida em Minas Gerais como "Óia"  

Mas o que entrará para o anedotário jornalístico é sem dúvida a pérola publicada pela Veja que acusa um árabe muçulmano de "disseminar ódio contra judeus e negros"! 


Negros? Como assim? Que vergonha para a Editora Abril e para a revista "Veja". Usar a bandeira da tolerância para incitar a intolerância religiosa no Brasil. 

Depois reclama das campanhas dos movimentos sociais que a acusam de mentirosa e manipuladora   
Mais de 80% dos islâmicos no mundo são negros. Sudão, Argélia, Tunisia, Somália são alguns das dezenas de países de população árabe-negra muçulmana do mundo. É como alguém dar tiro no próprio pé. O personagem na capa da revista "Veja", Khalled, não me parece um branquinho de olho azul...
Esta revista não se corrige.

Veja foi protagonista da maior farsa jornalística da história do Estado da Bahia quando transformou um traficante de drogas conhecido como Luís Henrique Franco Timóteo em celebridade publicando fantasiosa versão de que um "ataque de bioterrorismo" teria disseminado a praga da vassoura da bruxa nas plantações  de cacau no sul da Bahia na década de 90.  Segundo a matéria da "Veja" Luis Henrique Franco Timóteo que seria militante de esquerda teria se reunido com um grupo do PT para "destruir as elites econômicas do cacau que davam sustentação aos seus adversários políticos"

Luis Henrique: traficante virou celebridade da Veja

Na inverossímil versão, Luís Henrique com outros personagens, um atualmente Deputado Federal pelo PT da Bahia, teriam viajado até Rondônia para buscar os fungos de vassoura de bruxa e uma vez retornando à Bahia teriam espalhado o fungo nas plantações de cacau.   A fantasiosa versão foi desmentida por biólogos e especialistas que provaram a impossibilidade técnica de contaminação das plantações de cacau através deste processo.
Mais tarde descobriu-se que tudo não passava de uma farsa, com objetivos político eleitorais, que renderam uma "graninha" para o traficante de drogas. Luis Henrique junto com a homicida Sandra Cássia Souza de Oliveira Santos, mãe do ex-goleiro Bruno do Flamengo, fraudaram escritura de um terreno na localidade de Santo André em Santa Cruz Cabrália -Bahia para tentar surrupiar o terreno deste que vos escreve.

Ao ler a revista "Veja" conhecida como "Òia" em Minas Gerais... veja bem...!!

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E é de autoria do blog ABDUL HAIKAL ONLINE: http://www.abdul-haikal.blogspot.com/ 

VEJA - REVISTA DE BANDIDO!!!
O PIOR LIXO EDITORIAL DO MUNDO, A TRADUÇÃO IMPRESSA DA FALTA DE CARÁTER


sexta-feira, 8 de abril de 2011

JORNAL NACIONAL AGORA

Está aqui a maior prova de que o atirador não tinha nada a ver com o Islam.


Comunidade Entendendo a Bíblia Sagrada, de propriedade do atirador, cujo perfil acaba de ser apagado pelo Google por conter imagens de violência segundo a empresa (sic).


INFORMAÇÃO QUE ACABA DE SER DIVULGADA PELO JORNAL NACIONAL DA GLOBO - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=112781196


Provavelmente deve ser apagada em breve, o conteúdo já foi.


O perfil continha inúmeras citações bíblicas, em fotos e na descrição, segundo o JN.


ONDE ESTÁ O ISLAM NA VIDA DELE? EM NENHUM LUGAR, PORQUE ELE NUNCA FOI MUÇULMANO.


Ou seja, nem o ISLAM, nem a Igreja TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, nem nenhuma igreja do CRISTIANISMO, nem os JUDEUS, nem os ESPÍRITAS, NENHUMA RELIGIÃO tem algo a ver com isto.


Wellington era um psicopata como os outros que atacaram escolas no mundo, em um país onde não há segurança nas escolas, e sobram armas em todas as esquinas.

Embaixada dos EUA pediu à grande imprensa brasileira para difamar o Islam no Brasil

Telegrama vazado pelo WikiLeaks mostra como a "grande" mídia atua contra os muçulmanos.

Em seu blog "Conversa Afiada", o jornalista Paulo Henrique Amorim apresenta a relação direta que há entre o telegrama da Embaixada dos EUA e a associação ao Islam do ataque à escola no RJ.

A leitura atenta deste telegrama, também nos ajuda a compreender a sequência de ataques que o Islam sofreu nos últimos dias por parte da revista Veja, da Rede TV e da Rede Record.

Veja o teor do documento:


Viewing cable 09BRASILIA1435 –http://213.251.145.96/cable/2009/12/09BRASILIA1435.html - CONFIDENTIAL – Embassy Brasilia
Excerto do item CONFIDENCIAL do telegrama 09BRASILIA1435 

ASSUNTO:

Estratégia para Engajar o Brasil na “Difamação de Religiões”[1]

1. (C) RESUMO: A posição do Brasil na questão da “difamação de religiões” na comissão de Direitos Humanos da ONU reflete a conciliação entre as objeções do país à ideia (objeções baseadas num conceito do que sejam Direitos Humanos) e o desejo de não antagonizar os países da Organisation of the Islamic Conference (OIC) com os quais tenta construir relações e que o Brasil vê como importante conjunto de votos a favor de o Brasil conseguir assento permanente no CSONU. À luz da argumentação a favor da abstenção do Brasil, proponho abordagem de quatro braços, envolvendo aproximação com os altos escalões do Ministério de Relações Exteriores; uma visita a Brasília, para pesquisar meios de trabalhar com o governo do Brasil, nessa e noutras questões de direitos humanos; outros governos que possam conversar com o governo do Brasil; e uma campanha mais intensa pela mídia e mobilizando comunidades religiosas a favor de não se punir quem difame religiões . FIM DO RESUMO.

(…)

Aumentar a atividade pela mídia e o alcance das comunidades religiosas parceiras: Até agora, nenhum grupo religioso no Brasil assumiu a defesa da difamação de religiões. Mas o Brasil é sociedade multirreligiosa e multiétnica, que valoriza a liberdade de religião. Um esforço para difundir a consciência sobre os danos que podem advir de se proibir a difamação das religiões pode render bons dividendos. Grandes veículos de imprensa, como O Estado de S. Paulo e O Globo, além da revista Veja, podem dedicar-se a informar sobre os riscos que podem advir de punir-se quem difame religiões, sobretudo entre a elite do país.

Essa embaixada tem obtido significativo sucesso em implantar entrevistas encomendadas a jornalistas, com altos funcionários do governo dos EUA e intelectuais respeitados. Visitas ao Brasil, de altos funcionários do governo dos EUA seriam excelente oportunidade para pautar a questão para a imprensa brasileira. Outra vez, especialistas e funcionários de outros governos e países que apóiem nossa posição a favor de não se punir quem difame religiões garantiriam importante ímpeto aos nossos esforços.

Essa campanha também deve ser orientada às comunidades religiosas que parecem ter influência sobre o governo do Brasil, quando se opuseram à visita ao Brasil do presidente Ahmadinejad do Irã, em novembro. Particularmente os Bahab e a comunidade judaica, expandidos para incluir católicos e evangélicos e até grupos indígenas e muçulmanos moderados interessados em proteger quem difame religiões [sic]. [assina] KUBISKE

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[1] Há matéria da Reuters sobre o assunto, de seis meses antes desse telegrama, em http://www.reuters.com/article/2009/03/26/us-religion-defamation-idUSTRE52P60220090326, em que se lê: “Um fórum da ONU aprovou ontem resolução que condena a “difamação de religiões” como violação de direitos humanos, apesar das muitas preocupações de que a condenação possa ajudar a defesa da livre expressão em países muçulmanos (sic)” [NTs].


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E é lógico que  VEJA, o maior lixo picareta e sem vergonha do Brasil, obedeceu direitinho, porque é UMA REVISTA DE BANDIDO.